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Avaliação ultra-sonográfica do osso nasal fetal: o que é o mais adequado no primeiro trimestre ponto de corte para o rastreamento de aneuploidia?


Para estabelecer o comprimento do osso nasal fetal pontos de corte para o rastreamento de aneuploidia do primeiro trimestre com base em uma curva normal de uma população brasileira.
Os testes seguintes foram propostos: presença ou ausência do osso nasal (NB); 2,5 e 5,0 percentis NB em relação à curva normal, e 0,70, 0,75 e 0,80 múltiplos da (MoM) mediana valores definidos na característica de funcionamento do receptor (ROC ) curva. Testes ósseas nasais foram baseados em positivo e negativo razão de probabilidade de detecção de taxas de valor (LR), o intervalo de confiança de 95% em todos os testes. Casos em que as imagens ultra-sonográficos do RN estavam ausentes não foram levados em consideração na avaliação dos percentis 2,5 e 5,0 ea mãe 0,70, 0,75 e 0,80.
A amostra foi composta de 571 fetos (10-14 semanas). Após exclusões (11) e perda de seguimento-(53), a amostra foi reduzida para 507 pacientes. Havia 23 pacientes com síndrome de Down entre 41 fetos aneuplóides. A sensibilidade do ensaio qualitativo NB (ausente vs presente) foi de 34,1%, ea especificidade foi de 99,1% (+ LR 37,89,-LR 0,66). Uma imagem do osso nasal esteve ausente em 52,2% dos fetos com a síndrome de Down (+ 58,00 LR,-LR 0,48).
A melhor ferramenta para o rastreamento de aneuploidia foi o qualitativo NB teste (ausente versus presente). Ultra-sonografia da NB é um componente de rastreio aneuploidia, e não deve ser usado sozinho.


Referencias

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22183428